Para
empresas.
Toda empresa sabe cuidar dos seus números. Cuidar de quem os entrega é uma competência mais recente — e, desde maio de 2026, também uma exigência legal. Trabalho ao lado de RHs e lideranças que querem tratar a saúde mental no trabalho com a mesma seriedade dedicada ao restante da operação: com escuta, método e entregas que sustentam a conversa com a diretoria.
O cenário que o seu RH já reconhece
Antes de aparecer em qualquer indicador, o desgaste já está no cotidiano: na entrega que perde consistência, no clima que esfria, na liderança que absorve conflitos sem preparo e no profissional experiente que pede demissão sem que ninguém entenda exatamente por quê. Quando esse desgaste finalmente vira afastamento, processo trabalhista ou rotatividade, o custo já está alto — e o momento de prevenir, em grande parte, já passou.
foi o aumento dos afastamentos por transtornos mentais entre 2023 e 2024, segundo a Previdência Social.
a nova NR-1 entrou em fiscalização: os riscos psicossociais passam a ser geridos no mesmo nível dos riscos físicos.
trabalhadores foram afastados por ansiedade, depressão ou burnout apenas no ano de 2024.
Com a norma já em vigor, esse cuidado deixou de ser uma escolha de cultura para se tornar uma obrigação documentável. Encarado da forma certa, porém, o marco é menos um custo de conformidade e mais a oportunidade de estruturar algo que a operação já pedia.
Três formas de agir — do urgente ao estrutural
Plantão de acolhimento psicológico
Um espaço de escuta clínica à disposição dos colaboradores justamente quando o sofrimento aparece — uma crise de ansiedade, um luto, um conflito que trava a equipe. Funciona como uma extensão do RH: cuida da pessoa antes que o problema vire afastamento e demonstra, na prática e não no discurso, que a empresa está por perto.
Diagnóstico de fatores psicossociais · NR-1
O mapeamento que a norma passou a exigir, conduzido com profundidade clínica em vez de formulário de gaveta: identificação dos riscos reais, leitura por área e um plano de ação documentado. Você sai com aquilo que a fiscalização pede e, sobretudo, com um retrato honesto de onde a operação adoece.
Programa de desenvolvimento de lideranças
A liderança é o principal fator de risco — ou de proteção — da saúde de um time. Um programa modular que prepara gestores para conduzir pessoas, conversas difíceis e pressão sem repassar o desgaste adiante, ajustado à linguagem e à maturidade do seu setor.
Sob medida, também: palestras e rodas de conversa para campanhas e datas internas, e leitura de talentos para empresas que recrutam perfis técnicos e de liderança.
De onde vem essa leitura
Não chego às empresas a partir da teoria. Minha leitura do ambiente corporativo foi construída de dentro dele, ao longo de mais de oito anos, a partir de dois pontos de vista que hoje se completam.
Dentro da operação
Atuei como Business Partner de RH (HRBP) e em Desenvolvimento Humano em multinacionais de manufatura — entre elas Bosch, Lesaffre e Weir Minerals —, acompanhando áreas de supply, comercial, fabril e corporativa. Vivi de perto inclusive o momento mais delicado de uma operação: um fechamento de fábrica com desligamento em massa, em que conduzi a preparação dos colaboradores para o mercado, da orientação de carreira à simulação de entrevistas. Conheço a rotina, a pressão e a linguagem de quem faz a empresa girar.
Lendo organizações de fora
Por quatro anos, atuei em recrutamento técnico especializado, fazendo a leitura organizacional de indústrias como Siemens, Mitsubishi Electric, Marcopolo, Randoncorp, Tenneco e Mosaic. Esse trabalho treinou meu olhar para enxergar rápido a estrutura de uma empresa, os perfis de que ela precisa e as dores que nem sempre são ditas — a mesma escuta diagnóstica que trago hoje para a saúde mental e o desenvolvimento de pessoas.
Por que a escolha tende a ser simples
Vivência real, não teoria importada
Anos dentro de multinacionais industriais me deram o vocabulário, o ritmo e as dores do ambiente corporativo. Você não precisa me explicar como a sua operação funciona.
Sob medida para o seu porte
Entre a consultoria genérica dos grandes grupos e a clínica sem vivência corporativa, ofereço um meio-termo pensado para empresas de 30 a 150 pessoas: proximidade, agilidade e proporcionalidade.
Entregas que chegam à diretoria
Diagnósticos, documentação de NR-1, relatórios e indicadores de adesão — material pronto para sustentar decisões e comprovar diligência, não apenas boas intenções.
O melhor ponto de partida é uma conversa. Nela entendemos o momento da sua empresa, o que a NR-1 exige do seu setor e onde uma primeira ação faz mais sentido — sem proposta pronta de prateleira.
Atendimento: online para empresas em todo o Brasil e presencial nas regiões de Sorocaba, Campinas, Jundiaí e Grande São Paulo.